Logo de cara, o que se percebe ao
entrar no Apple Music é que você pode ter dado um clique errado e estar
entrando no Itunes.
E não se espante, porque é isso mesmo.
Apple Music e Itunes estão no mesmo ambiente, mas ainda não viraram uma coisa
só. Ainda.
Isso é bom? Não sei. O tempo é que vai
dizer (e o uso, a aplicabilidade, a funcionalidade).
Imagine se você trouxesse seu namorado
ou amante para viver debaixo do mesmo teto que seus pais ou sua ex... Isso
mesmo: viraria uma zona, iria parecer a ‘casa da mãe Joana’.
É exatamente disso que alguns sites
especializados já estão reclamando: da bagunça que a união do Apple Music +
iTunes fez com o acervo de músicas que já existia no seu computador antes. Isso
porque ele renomeia e reorganiza músicas, além de mudar alguns tags. O que já
está causando alguma confusão e reclamações (como quando sua empregada coloca o
sabão no lugar errado, sabe como é?)
Mas, por outro lado, parece que a Apple
quer acertar o passo com o Apple Music. Quando a pessoa se cadastra, ela tem
que informar quais gêneros e alguns dos artistas gosta.
À medida que você vai ouvindo músicas e
gêneros a Apple indica novas playlists ou artistas de acordo com o seu gosto e
com o que você ouviu. Até aí pouco diferente do Spotify, certo? A diferença é
que as indicações são mais certeiras.
E deixo o mais legal pro final: além
das recomendações de músicas novas, o Apple Music parece lembrar você de que existe
muita música (Boa!) que você esqueceu ou que não ouve há muito tempo. Pra quem
vive de fazer a trilha sonora da vida alheia, isso pode ser uma mina de ouro.


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