segunda-feira, 13 de julho de 2015

Apple Music ou a Casa da Mãe Joana?


Logo de cara, o que se percebe ao entrar no Apple Music é que você pode ter dado um clique errado e estar entrando no Itunes.
E não se espante, porque é isso mesmo. Apple Music e Itunes estão no mesmo ambiente, mas ainda não viraram uma coisa só. Ainda.
Isso é bom? Não sei. O tempo é que vai dizer (e o uso, a aplicabilidade, a funcionalidade).
Imagine se você trouxesse seu namorado ou amante para viver debaixo do mesmo teto que seus pais ou sua ex... Isso mesmo: viraria uma zona, iria parecer a ‘casa da mãe Joana’.
É exatamente disso que alguns sites especializados já estão reclamando: da bagunça que a união do Apple Music + iTunes fez com o acervo de músicas que já existia no seu computador antes. Isso porque ele renomeia e reorganiza músicas, além de mudar alguns tags. O que já está causando alguma confusão e reclamações (como quando sua empregada coloca o sabão no lugar errado, sabe como é?)
Mas, por outro lado, parece que a Apple quer acertar o passo com o Apple Music. Quando a pessoa se cadastra, ela tem que informar quais gêneros e alguns dos artistas gosta.


À medida que você vai ouvindo músicas e gêneros a Apple indica novas playlists ou artistas de acordo com o seu gosto e com o que você ouviu. Até aí pouco diferente do Spotify, certo? A diferença é que as indicações são mais certeiras.

E deixo o mais legal pro final: além das recomendações de músicas novas, o Apple Music parece lembrar você de que existe muita música (Boa!) que você esqueceu ou que não ouve há muito tempo. Pra quem vive de fazer a trilha sonora da vida alheia, isso pode ser uma mina de ouro.

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